sábado, 21 de novembro de 2015

Guamiranga e Barra Velha

Esse é um daqueles lugares que gostaria de conhecer, mas não tinha um guia. Durante uns pedais há uns dias conversei com o Eduardo e ele falou que conhecia o dito lugar. Pronto, era o que eu precisava. Marquei com ele durante a semana. Nos encontramos perto de casa e fomos pro centreventos onde o Fernando nos esperava. Depois fomos pra BR 101 pra agregar a Juliana ao grupo. Esta menina é corredora de aventura, nem é preciso comentar que deu o maior sufoco nos marmanjos, quando revesava na frente do pelotão era 30 km/h contra o vento. Mas o grupo não deixava por menos, todos estavam com sangue nos olhos.


Depois seguimos para o Poço Grande, outro local conhecido pelos ciclistas da região. As montanhas da região estavam encobertas, demonstrando que teria chuvas. Mas a direção que estávamos indo o tempo estava bom, apesar de estar sem sol, o clima estava ideal pra um passeio de bike.







Foto de Juliana. 

O nosso guia estava bem orientado, e nos levou até uma padaria já em Guamiranga, na verdade o que o guiou foi o cheiro do café com leite e do sonho recheado que comemos no local. Depois retornamos mais ou menos 1 km pra visitar uma praça com uma figueira enorme.





Feita a visita da frondosa e centenária árvore retornamos pra estrada, agora com o objetivo de encontrar o salto do Guamiranga. É um afunilamento do rio e umas corredeiras, um belo local pra descansar e apreciar as belezas da região.











Outro objetivo a ser alcançado era a pequena balsa tracionada a arroz e feijão. Perguntamos ao senhor do bar que fica no salto e ele disse que era mais 6 km. Acho que eram 6km daqueles bem grande, pois não chegava nunca. Depois de um tempo encontramos a placa que indicava a balsa. Quando chegamos o balseiro estava do outro lado. Assim que nos viu atravessou logo o rio e veio nos receber.



A travessia do rio Itapocú foi feita com o balseiro mais simpático do vale do Itajaí, O cara que esquecemos de perguntar o nome, além de posar pra foto, nos deixou brincar de condutor. 






Encontramos um lindo Ipê Amarelo, esse ano com as mudanças climáticas, quase não tivemos a oportunidade de apreciar essa bela árvore florida. Depois da balsa saímos em São João do Itaperiu, e seguimos para o próximo objetivo, encher a pança no Subway em Barra Velha. Eu e o Eduardo, os mais gulosos da turma, mandamos bem num lanche de 30 cm. O Fernando e a Juliana não fizeram fiasco e comeram lanche normal. Ainda sobrou espaço e o nosso distinto guia foi no MC Donalds do lado e pediu um Milk Sheik. 



Depois de alimentar as lombrigas e nos sentindo bem mais pesados retornamos pra terrinha. Mas antes uma paradinha no SAU pra pegar uma água 0800 e um café pra dar energia aos kms finais. Do Sinuelo em Araquari até em casa o vento judiou, batendo no peito. Os últimos 40 km foi bem desgastante, mas mesmo assim a equipe estava com sangue nos olhos, o pelote estava bem coeso e em nenhum momento alguém ficou pra trás. 



Nos despedimos dos amigos e partimos cada um pro seu objetivo, um banho. Foi um belo passeio com essa turminha que gosta de dar uma esticadinha na bike. Saímos de Joinville, Guaramirim, São João do Itaperiú, Barra Velha, Araquari e por fim a terrinha novamente.  Um dia perfeito e mais 140 km pra conta. Agradeço ao Eduardo pelo belo trabalho de guia e ao Fernando e a Juliana pela parceria. 


Abraços e até a próxima aventura.

2 comentários:

  1. Olá!
    Parabéns! Lindas paisagens!
    O nome do Balseiro simpático é Laudemar Weber (Baca) de São João do Itaperiú.
    Balsa que cruza o Rio Itapocu, na divisa de São João do Itaperiú com Araquari.

    abraços.
    Janete.

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